Venha construir um movimento pelos direitos da juventude trabalhadora!
Injustiças crescentes. Superlucros e riquezas de um lado. Miséria do outro. Enquanto o salário mínimo continua de fome, 380 reais, o congresso nacional discute dobrar o salário dos deputados federais para 24.500 reais! Desde os primórdios do capitalismo a juventude é usada como exército de reserva de trabalho superbarato. Isso é parte da política de dividir para governar e melhor explorar. No Brasil, a juventude trabalhadora se encontra em postos precários, mal pagos, sob péssimas condições. O Brasil tem um dos sistemas de educação mais elitizado do mundo que exclui a maioria da juventude trabalhadora. Só um terço dos jovens concluem o ensino médio e apenas 11% estão nas universidades; 27% dos jovens nem estudam e nem trabalham, correndo o risco de serem totalmente marginalizados. Isso não é suficiente para os capitalistas e seus representantes na caça obsessiva por mais lucros. O governo Lula quer facilitar para os patrões; quer ampliar o número de trabalhos precários e mal pagos. As péssimas condições de trabalho da juventude de hoje pode virar realidade para todos amanhã. É por isso que o governo Lula quer implementar a reforma trabalhista (para retirar direito) e a reforma sindical (para domesticar e burocratizar ainda mais os sindicatos). Para mudar esse quadro, é necessária a organização da juventude trabalhadora. Para isso, estamos lançando o Movimento pelos Direitos da Juventude Trabalhadora, para que você, jovem, em seu local de trabalho, em sua escola e em seu sindicato venha fazer parte dessa luta contra a precarização do trabalho, contra as reforma do governo Lula e pela ampliação de direitos. Infelizmente, a UNE e a CUT se tornaram correias de transmissão do governo e não funcionam mais como ferramentas efetivas de defesa da juventude trabalhadora. Nós somos os que construíram o Movimento dos Sem Educação, lutando pela democratização do acesso à universidade, por exemplo, ocupando a Fuvest em São Paulo. Participamos da luta contra os aumentos da passagem do transporte público e das lutas contra os ataques dos governos de FHC e Lula aos trabalhadores. Queremos construir um movimento que denuncie as injustiças. Vamos tornar públicos cada caso de exploração, opressão, exclusão e injustiça que tivermos conhecimento. Dessa maneira, vamos ser parte da luta contra os ataques dos patrões e dos governos neoliberais nos municípios, estados e no âmbito federal. O movimento está em construção e precisamos de sua opinião e vontade de lutar!
• Fim do desemprego! Redução da jornada de trabalho sem redução de salários!
• Redução da jornada para possibilitar estudos! Direito de folga no trabalho em dia de prova.
• Precisamos de mais direitos – não menos! Contra as reformas trabalhista e sindical!
• Democratização do acesso à universidade pública! Universidade pública, gratuita e de qualidade para todos! • Por sindicatos democráticos e combativos, independentes dos patrões e do governo, que lutem pelos direitos da juventude trabalhadora!
Precisamos de mais direitos – não menos!
Um dos exemplos de como os direitos trabalhistas são minados é o crescimento do telemarketing. Funções que antes eram cumpridas por funcionários das empresas, como nos bancos, hoje são terceirizadas para as empresas de telemarketing que superexploram jovens em condições absurdamente precárias de trabalho. A jornada "normal" é de 6 horas, com direito somente a 15 minutos de recesso para comer. Mas, freqüentemente, os trabalhadores são pressionados a fazer horas-extras, para cumprir as "metas" da empresa, sem ou com pouca compensação. O setor de telemarketing cresceu rapidamente e tem hoje mais de 600 mil funcionários. A maioria são mulheres jovens. As péssimas condições de trabalho no telemarketing é um exemplo de como vai ser o futuro para a grande maioria dos trabalhadores com a reforma trabalhista. Telemarketing é só um exemplo. A maioria da juventude trabalhadora está em postos precários, mal paga e em péssimas condições. Os estágios também são usados como meio de superexploração, o estudante é mão de obra barata e muitas vezes não recebe nenhuma orientação.
• Contra hora-extra forçada.
• Direito a intervalo de almoço! Vale transporte e vale alimentação que cubram os gastos! Direito a auxílio-creche! • Direito de redução da jornada para possibilitar estudos! Direito de folga no trabalho em dia de prova. • Estágios regulamentados, remunerados e com oritentação para todos! • Salário digno para todos, rumo ao salário mínimo do DIEESE (1.600 reais) garantido a todos!
Na luta contra a opressão!
A exploração sempre é acompanhada pela opressão. Esse sistema não oferece um futuro para a maioria dos jovens. Quando isso leva a uma explosão de problemas sociais como a violência, o abuso de drogas etc. a única receita real é o aumento da repressão. Jovens da periferia sentem isso cotidianamente ao serem tratados como potenciais criminosos, especialmente os jovens negros. Além de terem os menores salários, as jovens mulheres sofrem a opressão de gênero, com assédio e violência. Mas há também a ditadura da estética, na qual as jovens são submetidas a um padrão de beleza impossível, reduzidas a um objeto de prazer para os homens e produtora de filhos. Estupros, transtornos alimentares, mães pré-adolescentes – tudo isso são sintomas de uma sociedade machista onde as jovens mulheres não têm o controle sobre o seu corpo e seu destino.
• Contra discriminação no local de trabalho: assédio moral e sexual, discriminação no salário e na carreira, etc.. • Combate a toda forma de opressão: gênero, racial e diversidade sexual. • Pelo direito da mulher decidir sobre o seu próprio corpo. Contraceptivos gratuítos, educação sexual de qualidade e pela legalização do aborto. • Combate ao desemprego e à pobreza nas periferias: Trabalho para todos. Pela reforma urbana, moradia e infra-estrutura para todos! • Acesso à cultura, esporte e lazer para todos!
Educação pública, de qualidade e gratuita para todos!
O Brasil tem um dos sistemas de educação mais elitizado do mundo. Só um terço dos jovens concluem o ensino médio e somente 11% estão nas universidades. O ensino público é sucateado, com as verbas desviadas para a corrupção e para o pagamento da dívida públicos para os banqueiros e ricos. Para ter acesso às universidades públicas, os jovens têm de passar pelo funil do vestibular, que funciona como uma peneira social que exclui quem vem das escolas públicas. Por isso, 70% dos estudantes do ensino superior estão em universidades privadas. A maior parte delas são de baixa qualidade; as poucas que sobram são caríssimas e de difícil acesso. As universidades privadas não oferecem assistência estudantil e é muito difícil para os poucos jovens trabalhadores concluírem seus cursos. Os altos custos com moradia, transporte, alimentação, xérox etc., força os estudantes a trabalharem grande parte do tempo que deveriam dedicar ao estudo, levando a resultados piores. A reforma universitária do governo Lula não altera esse quadro. Ao contrário, ela tem uma lógica privatista usando verba pública para ajudar a sustentar os tubarões do ensino privado. A reforma também abre para mais verba privada no ensino público, aprofundando a lógica da mercantilização. As cotas implementadas não são suficientes, a grande maioria ainda é excluída, e continuará até que se rompa a lógica neoliberal e se invista massivamente no ensino, como um direito básico para todos.
Lutamos por:
Democratizar o acesso
• Democratização do acesso à universidade pública! Universidade pública, gratuita e de qualidade para todos! Fim do vestibular!
• Cotas para negros e negras nas universidades até a garantia de universalização do acesso!
Assistência e permanência
• Assistência estudantil gratuita em todos os níveis: moradia, alimentação e saúde.
• Passe-livre já para estudantes e desempregados!
• Creche em todos períodos, inclusive no noturno, para estudantes com filhos.
• Não aos cortes das bolsas de ensino, pesquisa e extensão! Matrícula dos inadimplentes!
• Redução da jornada de trabalho sem redução de salário para o estudante trabalhador!
Educação é direito, não mercadoria
• Não à contra-reforma universitária do governo Lula! Verbas públicas só para o ensino público! • Fim das Fundações privadas nas universidades públicas!
• Abertura das contas! Estatização sem indenização e com controle democrático dos trabalhadores e estudantes das universidades privadas que não garantam qualidade, condições de trabalho e estudo e assistência estudantil!
Democracia
• Colegiados ou Conselho de Escola deliberativo e soberano em relação a todas as questões da vida da escola!
• Eleição democrática para reitores.
• Pelo direito de se organizar! Contra a repressão ao movimento estudantil!
Mais verbas para a educação
• Fim da superlotação das salas de aula: no máximo 25 alunos no ensino fundamental e médio!
• Elevação dos investimentos em educação para 15% do PIB! Não pagamento da dívida aos grandes capitalistas para financiar a educação, os serviços públicos e o desenvolvimento econômico e social!
Juntos contra os ataques neoliberais
Enquanto vivermos numa sociedade baseada em exploração e opressão, esses problemas não vão desaparecer. Por isso, a nossa luta também é contra o sistema capitalista, que sobrevive da produção de lucros para uma pequena minoria e utiliza as opressões para dividir e enfraquecer os trabalhadores. Nossa luta tem de ser pela união de todos os oprimidos, combatendo todas as opressões, e para mostrar que uma outra sociedade é possível, uma sociedade socialista, na qual os bancos e as grandes empresas são propriedades de todos, com uma gestão verdadeiramente democrática dos trabalhadores, com uma produção voltada às necessidades de todos, e não ao lucro de poucos. A situação que vimos no Brasil não é única. A política neoliberal que praticamente todos os governos implementam tem como objetivo salvar os lucros dos patrões atacando os direitos dos trabalhadores. Eles atacam os direitos da juventude trabalhadora para depois atacarem o direito de todos. Mas há também uma resistência contra esses ataques. Durante 2006 vimos vários exemplos de luta de jovens pelo mundo. Na França, estudantes secundaristas e universitários ocuparam as escolas e universidades no início do ano e conseguiram barrar uma nova lei que o governo de direita queria implementar. A intenção era transformar todos os jovens com menos de 27 anos em mão de obra precária, podendo ser demitidos sem justa causa a qualquer momento durante os 2 primeiros anos de trabalho. Estudantes na Grécia também realizaram a maior onda de ocupações de universidades também nesse ano e no Chile os secundaristas fizeram um poderoso movimento que obteve diversas concessões do governo. A nossa luta é a mesma luta dos jovens e trabalhadores da Bolívia, Venezuela, México, Iraque, Palestina, França, Alemanha, China, Estados Unidos e tantos outros países. Lutamos contra o imperialismo, contra a exploração dos capitalistas de países ricos sobre os países pobres, com suas guerras e opressões nacionais. Lutamos contra a ocupação dos EUA no Iraque, pelo direito dos Palestinos de terem seu próprio estado, contra as tropas brasileiras no Haiti. Um mundo socialista é possível, e também urgente! A nossa contribuição para essa grande luta passa pela defesa de direitos para a juventude trabalhadora no Brasil e pela construção de uma unidade dos trabalhadores contra os ataques dos patrões e a política neoliberal dos governos federal, estaduais e municipais.
Una-se a nós nessa luta!
• Unificar as lutas para combater os ataques neoliberais dos governos federal, estaduais e municipais!
Injustiças crescentes. Superlucros e riquezas de um lado. Miséria do outro. Enquanto o salário mínimo continua de fome, 380 reais, o congresso nacional discute dobrar o salário dos deputados federais para 24.500 reais! Desde os primórdios do capitalismo a juventude é usada como exército de reserva de trabalho superbarato. Isso é parte da política de dividir para governar e melhor explorar. No Brasil, a juventude trabalhadora se encontra em postos precários, mal pagos, sob péssimas condições. O Brasil tem um dos sistemas de educação mais elitizado do mundo que exclui a maioria da juventude trabalhadora. Só um terço dos jovens concluem o ensino médio e apenas 11% estão nas universidades; 27% dos jovens nem estudam e nem trabalham, correndo o risco de serem totalmente marginalizados. Isso não é suficiente para os capitalistas e seus representantes na caça obsessiva por mais lucros. O governo Lula quer facilitar para os patrões; quer ampliar o número de trabalhos precários e mal pagos. As péssimas condições de trabalho da juventude de hoje pode virar realidade para todos amanhã. É por isso que o governo Lula quer implementar a reforma trabalhista (para retirar direito) e a reforma sindical (para domesticar e burocratizar ainda mais os sindicatos). Para mudar esse quadro, é necessária a organização da juventude trabalhadora. Para isso, estamos lançando o Movimento pelos Direitos da Juventude Trabalhadora, para que você, jovem, em seu local de trabalho, em sua escola e em seu sindicato venha fazer parte dessa luta contra a precarização do trabalho, contra as reforma do governo Lula e pela ampliação de direitos. Infelizmente, a UNE e a CUT se tornaram correias de transmissão do governo e não funcionam mais como ferramentas efetivas de defesa da juventude trabalhadora. Nós somos os que construíram o Movimento dos Sem Educação, lutando pela democratização do acesso à universidade, por exemplo, ocupando a Fuvest em São Paulo. Participamos da luta contra os aumentos da passagem do transporte público e das lutas contra os ataques dos governos de FHC e Lula aos trabalhadores. Queremos construir um movimento que denuncie as injustiças. Vamos tornar públicos cada caso de exploração, opressão, exclusão e injustiça que tivermos conhecimento. Dessa maneira, vamos ser parte da luta contra os ataques dos patrões e dos governos neoliberais nos municípios, estados e no âmbito federal. O movimento está em construção e precisamos de sua opinião e vontade de lutar!
• Fim do desemprego! Redução da jornada de trabalho sem redução de salários!
• Redução da jornada para possibilitar estudos! Direito de folga no trabalho em dia de prova.
• Precisamos de mais direitos – não menos! Contra as reformas trabalhista e sindical!
• Democratização do acesso à universidade pública! Universidade pública, gratuita e de qualidade para todos! • Por sindicatos democráticos e combativos, independentes dos patrões e do governo, que lutem pelos direitos da juventude trabalhadora!
Precisamos de mais direitos – não menos!
Um dos exemplos de como os direitos trabalhistas são minados é o crescimento do telemarketing. Funções que antes eram cumpridas por funcionários das empresas, como nos bancos, hoje são terceirizadas para as empresas de telemarketing que superexploram jovens em condições absurdamente precárias de trabalho. A jornada "normal" é de 6 horas, com direito somente a 15 minutos de recesso para comer. Mas, freqüentemente, os trabalhadores são pressionados a fazer horas-extras, para cumprir as "metas" da empresa, sem ou com pouca compensação. O setor de telemarketing cresceu rapidamente e tem hoje mais de 600 mil funcionários. A maioria são mulheres jovens. As péssimas condições de trabalho no telemarketing é um exemplo de como vai ser o futuro para a grande maioria dos trabalhadores com a reforma trabalhista. Telemarketing é só um exemplo. A maioria da juventude trabalhadora está em postos precários, mal paga e em péssimas condições. Os estágios também são usados como meio de superexploração, o estudante é mão de obra barata e muitas vezes não recebe nenhuma orientação.
• Contra hora-extra forçada.
• Direito a intervalo de almoço! Vale transporte e vale alimentação que cubram os gastos! Direito a auxílio-creche! • Direito de redução da jornada para possibilitar estudos! Direito de folga no trabalho em dia de prova. • Estágios regulamentados, remunerados e com oritentação para todos! • Salário digno para todos, rumo ao salário mínimo do DIEESE (1.600 reais) garantido a todos!
Na luta contra a opressão!
A exploração sempre é acompanhada pela opressão. Esse sistema não oferece um futuro para a maioria dos jovens. Quando isso leva a uma explosão de problemas sociais como a violência, o abuso de drogas etc. a única receita real é o aumento da repressão. Jovens da periferia sentem isso cotidianamente ao serem tratados como potenciais criminosos, especialmente os jovens negros. Além de terem os menores salários, as jovens mulheres sofrem a opressão de gênero, com assédio e violência. Mas há também a ditadura da estética, na qual as jovens são submetidas a um padrão de beleza impossível, reduzidas a um objeto de prazer para os homens e produtora de filhos. Estupros, transtornos alimentares, mães pré-adolescentes – tudo isso são sintomas de uma sociedade machista onde as jovens mulheres não têm o controle sobre o seu corpo e seu destino.
• Contra discriminação no local de trabalho: assédio moral e sexual, discriminação no salário e na carreira, etc.. • Combate a toda forma de opressão: gênero, racial e diversidade sexual. • Pelo direito da mulher decidir sobre o seu próprio corpo. Contraceptivos gratuítos, educação sexual de qualidade e pela legalização do aborto. • Combate ao desemprego e à pobreza nas periferias: Trabalho para todos. Pela reforma urbana, moradia e infra-estrutura para todos! • Acesso à cultura, esporte e lazer para todos!
Educação pública, de qualidade e gratuita para todos!
O Brasil tem um dos sistemas de educação mais elitizado do mundo. Só um terço dos jovens concluem o ensino médio e somente 11% estão nas universidades. O ensino público é sucateado, com as verbas desviadas para a corrupção e para o pagamento da dívida públicos para os banqueiros e ricos. Para ter acesso às universidades públicas, os jovens têm de passar pelo funil do vestibular, que funciona como uma peneira social que exclui quem vem das escolas públicas. Por isso, 70% dos estudantes do ensino superior estão em universidades privadas. A maior parte delas são de baixa qualidade; as poucas que sobram são caríssimas e de difícil acesso. As universidades privadas não oferecem assistência estudantil e é muito difícil para os poucos jovens trabalhadores concluírem seus cursos. Os altos custos com moradia, transporte, alimentação, xérox etc., força os estudantes a trabalharem grande parte do tempo que deveriam dedicar ao estudo, levando a resultados piores. A reforma universitária do governo Lula não altera esse quadro. Ao contrário, ela tem uma lógica privatista usando verba pública para ajudar a sustentar os tubarões do ensino privado. A reforma também abre para mais verba privada no ensino público, aprofundando a lógica da mercantilização. As cotas implementadas não são suficientes, a grande maioria ainda é excluída, e continuará até que se rompa a lógica neoliberal e se invista massivamente no ensino, como um direito básico para todos.
Lutamos por:
Democratizar o acesso
• Democratização do acesso à universidade pública! Universidade pública, gratuita e de qualidade para todos! Fim do vestibular!
• Cotas para negros e negras nas universidades até a garantia de universalização do acesso!
Assistência e permanência
• Assistência estudantil gratuita em todos os níveis: moradia, alimentação e saúde.
• Passe-livre já para estudantes e desempregados!
• Creche em todos períodos, inclusive no noturno, para estudantes com filhos.
• Não aos cortes das bolsas de ensino, pesquisa e extensão! Matrícula dos inadimplentes!
• Redução da jornada de trabalho sem redução de salário para o estudante trabalhador!
Educação é direito, não mercadoria
• Não à contra-reforma universitária do governo Lula! Verbas públicas só para o ensino público! • Fim das Fundações privadas nas universidades públicas!
• Abertura das contas! Estatização sem indenização e com controle democrático dos trabalhadores e estudantes das universidades privadas que não garantam qualidade, condições de trabalho e estudo e assistência estudantil!
Democracia
• Colegiados ou Conselho de Escola deliberativo e soberano em relação a todas as questões da vida da escola!
• Eleição democrática para reitores.
• Pelo direito de se organizar! Contra a repressão ao movimento estudantil!
Mais verbas para a educação
• Fim da superlotação das salas de aula: no máximo 25 alunos no ensino fundamental e médio!
• Elevação dos investimentos em educação para 15% do PIB! Não pagamento da dívida aos grandes capitalistas para financiar a educação, os serviços públicos e o desenvolvimento econômico e social!
Juntos contra os ataques neoliberais
Enquanto vivermos numa sociedade baseada em exploração e opressão, esses problemas não vão desaparecer. Por isso, a nossa luta também é contra o sistema capitalista, que sobrevive da produção de lucros para uma pequena minoria e utiliza as opressões para dividir e enfraquecer os trabalhadores. Nossa luta tem de ser pela união de todos os oprimidos, combatendo todas as opressões, e para mostrar que uma outra sociedade é possível, uma sociedade socialista, na qual os bancos e as grandes empresas são propriedades de todos, com uma gestão verdadeiramente democrática dos trabalhadores, com uma produção voltada às necessidades de todos, e não ao lucro de poucos. A situação que vimos no Brasil não é única. A política neoliberal que praticamente todos os governos implementam tem como objetivo salvar os lucros dos patrões atacando os direitos dos trabalhadores. Eles atacam os direitos da juventude trabalhadora para depois atacarem o direito de todos. Mas há também uma resistência contra esses ataques. Durante 2006 vimos vários exemplos de luta de jovens pelo mundo. Na França, estudantes secundaristas e universitários ocuparam as escolas e universidades no início do ano e conseguiram barrar uma nova lei que o governo de direita queria implementar. A intenção era transformar todos os jovens com menos de 27 anos em mão de obra precária, podendo ser demitidos sem justa causa a qualquer momento durante os 2 primeiros anos de trabalho. Estudantes na Grécia também realizaram a maior onda de ocupações de universidades também nesse ano e no Chile os secundaristas fizeram um poderoso movimento que obteve diversas concessões do governo. A nossa luta é a mesma luta dos jovens e trabalhadores da Bolívia, Venezuela, México, Iraque, Palestina, França, Alemanha, China, Estados Unidos e tantos outros países. Lutamos contra o imperialismo, contra a exploração dos capitalistas de países ricos sobre os países pobres, com suas guerras e opressões nacionais. Lutamos contra a ocupação dos EUA no Iraque, pelo direito dos Palestinos de terem seu próprio estado, contra as tropas brasileiras no Haiti. Um mundo socialista é possível, e também urgente! A nossa contribuição para essa grande luta passa pela defesa de direitos para a juventude trabalhadora no Brasil e pela construção de uma unidade dos trabalhadores contra os ataques dos patrões e a política neoliberal dos governos federal, estaduais e municipais.
Una-se a nós nessa luta!
• Unificar as lutas para combater os ataques neoliberais dos governos federal, estaduais e municipais!
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