Doenças são uma realidade na vida do teleopredor!
Como está a sua saúde? Esta foi a pergunta que o MJT fez para os operadores de telemarketing, mais ou menos nesta mesma época do ano, no ano passado. Nesta pesquisa se confirmou que 90% dos entrevistados possuíam alguma doença ligada ao trabalho, como LER, tendinite, gastrite, dor de cabeça, náuseas, desmaios, stress.
E você, qual a última vez que sentiu alguns destes sintomas? Antes de ontem, ontem, hoje, ou está sentindo agora, enquanto lê esse papel?
No dia 28 de abril, dia da saúde do trabalhador, os operadores de telemarketing não tem nada para comemorar. Um ano depois, o MJT retorna para denunciar a continuidade da exploração nos Call Center, o assédio moral (ofensas, xingamentos, humilhações por parte do supervisor), assédio sexual, horas extras forças, acúmulo de tarefas e funções...
Enquanto isso no palácio do governo é construída a solução mágica, com vocês a NR 17! Puts, ninguém acreditou nisto. A NR 17 foi criada para melhorar as condições de saúde do teleoperador, porém, além de não ter nada de novo nesta norma, só a ergonomia (condições do ambiente) o governo nada fez para garantir que as empresas de Call Center a implementasse.
Não nos surpreendemos com a falta de melhoras no trabalho no telemarketing, que o MJT denunciou o ano passado. Pois, sugar até a última gota do trabalhador, para que esse renda o máximo de lucros para a empresa, é a lógica das empresas.
O telemarketing surgiu para aumentar os lucros, já que um operador terceirizado ganha até a metade que um operador contratado direto pela empresa do produto que trabalha.
Esta lógica perversa, em que o trabalhador sempre se dá mal, só será contrariada quando os operadores perceberem que não são um indivíduo explorado, mas sim, são mais de 600 mil no Brasil, que passam pela mesma situação. Somente unidos, e lutando para reconquistar os sindicatos como de ferramentas de luta, poderemos dizer não a todas as doenças que temos que levar para casa.
Como está a sua saúde? Esta foi a pergunta que o MJT fez para os operadores de telemarketing, mais ou menos nesta mesma época do ano, no ano passado. Nesta pesquisa se confirmou que 90% dos entrevistados possuíam alguma doença ligada ao trabalho, como LER, tendinite, gastrite, dor de cabeça, náuseas, desmaios, stress.
E você, qual a última vez que sentiu alguns destes sintomas? Antes de ontem, ontem, hoje, ou está sentindo agora, enquanto lê esse papel?
No dia 28 de abril, dia da saúde do trabalhador, os operadores de telemarketing não tem nada para comemorar. Um ano depois, o MJT retorna para denunciar a continuidade da exploração nos Call Center, o assédio moral (ofensas, xingamentos, humilhações por parte do supervisor), assédio sexual, horas extras forças, acúmulo de tarefas e funções...
Enquanto isso no palácio do governo é construída a solução mágica, com vocês a NR 17! Puts, ninguém acreditou nisto. A NR 17 foi criada para melhorar as condições de saúde do teleoperador, porém, além de não ter nada de novo nesta norma, só a ergonomia (condições do ambiente) o governo nada fez para garantir que as empresas de Call Center a implementasse.
Não nos surpreendemos com a falta de melhoras no trabalho no telemarketing, que o MJT denunciou o ano passado. Pois, sugar até a última gota do trabalhador, para que esse renda o máximo de lucros para a empresa, é a lógica das empresas.
O telemarketing surgiu para aumentar os lucros, já que um operador terceirizado ganha até a metade que um operador contratado direto pela empresa do produto que trabalha.
Esta lógica perversa, em que o trabalhador sempre se dá mal, só será contrariada quando os operadores perceberem que não são um indivíduo explorado, mas sim, são mais de 600 mil no Brasil, que passam pela mesma situação. Somente unidos, e lutando para reconquistar os sindicatos como de ferramentas de luta, poderemos dizer não a todas as doenças que temos que levar para casa.
Participe do ato de denúncia as condições de trabalho no
telemarketing:
dia 28/04, ás 15h, na Rua 7 de Abril (esquina com Rua Marconi)
telemarketing:
dia 28/04, ás 15h, na Rua 7 de Abril (esquina com Rua Marconi)
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